Do outro lado
Cinco campanhas digitais da extrema-direita e de projetos autoritários, estudadas como casos e nunca como modelos. Cada uma explica a mecânica do que funcionou, as linhas vermelhas que cruzou e como responder quando o mesmo playbook for usado contra a tua campanha.
Porquê estudá-las
As ferramentas são as mesmas dos dois lados: grupos de WhatsApp, vídeo curto, podcasts, influencers, algoritmos. O que muda é o uso que lhes é dado e os limites que se respeitam. Perceber como estas campanhas cresceram ajuda a reconhecer o padrão cedo, a responder sem o amplificar e a proteger uma eleição da manipulação.
Os cinco casos
A máquina do WhatsApp
Grupos de WhatsApp em pirâmide no lugar da televisão
Do outro lado
Abrir o casoDo estúdio de TV ao feed
Cortes de TV multiplicados por criadores fãs
Do outro lado
Abrir o casoA rota dos podcasts
Conversas longas em programas não políticos, depois cortes
Do outro lado
Abrir o casoO candidato que veio do feed
Telegram, influenciadores sem rótulo e contas em massa
Do outro lado
Abrir o casoPrimeiro no feed
Chegar cedo, cortes curtos e muitas contas a republicar
Do outro lado
Abrir o caso
Casos que encontraram resposta
Campanhas e governos que enfrentaram desinformação, polarização ou pressão autoritária e encontraram forma de responder.

Humor contra o boato
Duas imagens, texto curto, publicado em até 2 horas
Comunicação de governo
Abrir o caso
A multicampanha
Dezenas de campanhas cívicas pelo voto
Eleições
Abrir o caso
A revolução dos bastões de luz
Chegar em minutos, voltar todos os sábados, cuidar de longe
Movimentos e protestos
Abrir o caso