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| Teoria da vitória | |||||||||||||||||||||||||
| A campanha ganha se milhões de apoiadores, coordenados por um só canal, levarem a mensagem para fora da bolha nas próprias contas e conversas. | A campanha ganha se assembleias abertas criarem legitimidade coletiva, a rua virar contatos em cada aldeia e fiscais treinados protegerem cada urna. | A campanha ganha se o vídeo orgânico encher um funil para um campo de massa liderado por voluntários, e esse campo levar às urnas uma nova coalizão em torno do custo de vida. | A rede ganha se a lei ficar legível para todos, a pressão acertar quem vota quando vota e o cuidado fizer as pessoas voltarem à rua. | O movimento ganha se a indignação crescer, a rua forçar a saída do governo e uma assembleia digital aberta, com regras e provas públicas, der um nome com legitimidade para levar à mesa. | A campanha ganha se a organização puder perder o líder, o partido e a internet sem perder o movimento, se a confiança passar ao substituto e se uma frente ampla garantir a eleição na data. | A campanha ganha se dezenas de mensageiros apartidários tornarem o voto a norma entre jovens e mulheres jovens que não votavam, e o registro ficar fácil antes do prazo. | A campanha ganha se uma mensagem calma de cuidado, dita por gente de confiança, atrair o centro preocupado e uma base mobilizada for às portas. | Ganhamos se uma plataforma nascida dos movimentos conquistar legitimidade pública antes de pedir votos e reunir a esquerda numa só lista, sem siglas. | Ganhamos se uma massa de voluntários assumir o trabalho da equipe, falar com eleitores suficientes e trazer às urnas jovens e quem vota pouco. | A campanha ganha se uma plataforma própria recrutar milhões e a organização comunitária os transformar em equipes de bairro que falam com os eleitores dos estados decisivos. | O movimento ganha se os cidadãos aparecerem na primeira hora e depois mantiverem uma rua acolhedora cheia todo sábado, presa a uma só exigência institucional no calendário do Parlamento e do tribunal. | A frente ganha se uma organização paciente e territorial estiver pronta quando o velho sistema partidário ruir, com uma só mensagem contra a corrupção e sem alianças com os velhos partidos. | O movimento ganha se uma coordenação pública, mas substituível, mantiver um calendário diário de ações com data, através da repressão e do apagão, até o regime não conseguir mais se sustentar. | Um movimento sem líder ganha se ficar na rua indefinidamente, documentar tudo e dividir o custo, até o regime ter de ceder. | A campanha ganha se, com voto voluntário, encontrar e levar às urnas quem não votou no primeiro turno, ampliando a mensagem sem abandonar a base. | A campanha ganha se, numa primária de baixo comparecimento, uma candidata da comunidade ampliar quem vota, buscando todos os democratas registrados e não só os prováveis. | A campanha ganha se a base concentrada em distritos seguros for treinada e levada aos distritos apertados, onde cada porta pesa mais. | O movimento ganha se mostrar tudo ao vivo, abrir a infraestrutura para qualquer um ajudar e transformar a energia da rua em deliberação com regras a que as instituições se comprometam. | A campanha ganha se histórias reais de gays, lésbicas e suas famílias, na imprensa e na porta, moverem o meio indeciso sem o atacar, e se jovens e emigrantes forem votar. | O grupo ganha se as próprias palavras dos poderosos, postas onde doem e fotografadas, circularem pelas redes e pela imprensa até os jornalistas as devolverem aos autores. | A campanha ganha se a troca de líder virar um recomeço que muda o tom e a percepção, e se um campo montado antes transformar a onda de atenção em trabalho. | A campanha ganha se um movimento sem partido começar por ouvir o país, transformar o que ouviu numa história pública e resistir aos ataques que virão. | A campanha ganha se o líder provar presença todos os dias e se cada público receber um discurso na sua própria história, com um pedido concreto e um destinatário, atendido por canais oficiais e transparentes. | A campanha ganha se cada boato em alta receber, no mesmo ciclo de notícias, um esclarecimento mais fácil e mais engraçado de compartilhar do que o boato, enquanto checadores independentes verificam às claras. | O movimento ganha se um gesto que qualquer um copia, repetido toda semana por grupos locais autônomos e amplificado pela imprensa, tornar politicamente insustentável não agir pelo clima. |
| Público decisivo | |||||||||||||||||||||||||
| Indecisos e quem se absteve no 1.º turno (o voto é obrigatório), alcançados pelas redes pessoais dos apoiadores. | Eleitores de aldeias e pequenas cidades que só viam a TV pró-governo, alcançados cara a cara; e a diáspora, registrada para votar. | Nova-iorquinos apertados pelo custo de vida, sobretudo bairros de imigrantes que tinham virado à direita ou votado em branco em 2024, alcançados na sua própria língua. | Os deputados que votavam a lei e o presidente que tinha de sancioná-la; para mobilizar, jovens quenianos de todas as etnias que entenderam quanto a lei lhes custava. | Jovens nepaleses online e na rua; no fim, o Exército e o Presidente, que mediaram o governo interino. | A base de Sonko, que tinha de transferir a lealdade para Faye; e, para as regras do jogo, sociedade civil, líderes religiosos e o Conselho Constitucional. | Jovens de 18 a 29 anos, sobretudo jovens mulheres, e quem estudava ou trabalhava fora de casa e precisava mudar o local de voto. | O "centro preocupado": eleitores indecisos ou condicionais, cerca de um em cada cinco em abril, que queriam mudança sem gritaria. | Moradores dos bairros populares atingidos por despejos, crise e turismo, e eleitores de esquerda descrentes dos partidos tradicionais. | Eleitores das primárias nos estados que votavam a seguir; apoiadores que podiam ficar em casa; e, em 2020, jovens e quem vota pouco. | Primeiro os eleitores das primárias e caucuses (Iowa); depois os eleitores dos estados disputados, contatados pelas equipes de bairro. | Os deputados (eram precisos 200 de 300 votos) e o Tribunal Constitucional; na rua, cidadãos que nunca tinham protestado, com mulheres jovens à frente. | Eleitores que abandonaram os partidos tradicionais depois da crise e da Aragalaya: profissionais, classe média, mulheres, jovens e a diáspora falando com a família. | Primeiro os estudantes, depois escolas, madraçais, professores e moradores; no fim, o exército, cuja recusa em atirar em 5 de agosto decidiu a queda. | Os georgianos pró-europeus dispostos a protestar; para ganhar, a grande maioria que fica em casa, que o movimento ainda não alcançou. | Quem se absteve no primeiro turno, nos bairros periféricos e comunas prioritárias, sobretudo mulheres e jovens. | Democratas registrados que não costumam votar em primárias; os melhores resultados vieram de bairros em gentrificação, como Astoria e Sunnyside. | Eleitores dos distritos apertados: apoiadores do Labour a levar às urnas e indecisos ou conservadores a persuadir na porta. | O público taiwanês que acompanhava pelos streams, contra a versão da TV; e o parlamento e o seu presidente, que decidiam a revisão do acordo. | O meio que podia mudar, sobretudo homens de 40 a 60 anos que achavam a união civil suficiente; e jovens e emigrantes, para o comparecimento. | Jornalistas e o público online que compartilha e doa; os eleitores a convencer foram pouco alcançados, segundo os críticos (falava-se sobretudo aos convertidos). | Eleitores de esquerda que se afastavam do Labour, sobretudo mulheres que pendiam para os Verdes, e as áreas de baixo comparecimento visadas pelo campo. | Eleitores cansados dos dois grandes partidos, da esquerda e da direita; no segundo turno, eleitores de vários campos unidos contra a extrema direita. | Parlamentos, governos e empresas estrangeiros que podiam mandar sanções, armas, equipamento e dinheiro; em casa, os ucranianos que precisavam da prova de que ele tinha ficado. | Quem compartilha boatos nos grupos de família do LINE e nas redes, e os jornalistas que precisam dos dois lados no mesmo ciclo de notícias. | Estudantes, como participantes (38% iam à primeira manifestação); e, pela imprensa, a opinião pública e quem decide. |
| Comando | |||||||||||||||||||||||||
| Um deputado com audiência própria, fora da estrutura oficial, dá as ordens. | Sem líder: assembleias abertas decidem por maioria e grupos de trabalho executam. | Uma campanha oficial com direção de campo forte, em parceria semanal com uma organização militante (NYC-DSA). | Sem comando central: liderança distribuída por criadores, organizadores de base e redes profissionais. | Sem comando único: uma ONG coordenou o servidor e negociou, outras facções disputaram a liderança. | Um líder carismático preso, com substitutos preparados e seções na diáspora como retaguarda. | Sem comando central: dezenas de ONGs, prefeituras e coletivos, com uma fundação apoiando campanhas e medindo depois. | Três co-diretoras de três organizações, um Executivo semanal e uma gerente de campanha profissional. | Plenário quinzenal e equipe de coordenação com porta-vozes; candidata forte, mas escolhida em primárias. | Uma equipe central pequena define plano, metas e roteiros; voluntários lideram as equipes. | Direção central em Chicago com metas diárias; equipes de bairro com autonomia para chegar a elas. | Coalizão de cerca de 1.700 organizações, com comitê operacional e sala de situação; muita auto-organização cidadã em volta. | Núcleo de quadros disciplinado (JVP) dentro de uma frente de 21 grupos, com conselhos locais abertos. | Coordenação estudantil com rostos públicos e lista longa de substitutos; decisões em reuniões noturnas. | Sem comando central: grupos abertos, convocadores de coluna, ONG de observação e fundos de solidariedade. | Comando pequeno em três áreas (política, comunicação, território) e uma chefia de fora do partido. | Uma campanha mínima, recrutada por uma rede nacional, com campo feito por organizações parceiras. | Uma organização satélite com poucos funcionários, separada do partido, ao lado da campanha oficial do Labour. | Sem dono: grupo de decisão no plenário, ONGs na rua e uma comunidade aberta de hackers cívicos. | Dois codiretores de organizações diferentes, um estrategista voluntário e reunião diária nas últimas seis semanas. | Quatro fundadores decidem tudo; uma rede de colaboradores e voluntários executa. | Uma líder nova com um gabinete pequeno, um gerente de campanha falando pela máquina e um diretor de campo. | Núcleo pequeno de assessores e consultoria eleitoral; comitês locais abertos, dirigidos de cima. | O presidente define as ideias; um núcleo de três ou quatro redatores e editores escreve; ministérios agem com autonomia. | Um porta-voz do gabinete coordena; cada ministério responde pelo seu tema. | Sem chefe: grupos locais autônomos, delegados eleitos e uma call nacional em que cada grupo tem um voto. |
| Canal | |||||||||||||||||||||||||
| Canal de WhatsApp de um para muitos; contas pessoais dos apoiadores para o alcance. | Dezenas de contas no Instagram, TikTok e X, grupos de coordenação e uma lista própria de contatos. | Vídeo orgânico no Instagram e no TikTok, com funil por mensagem direta para um CRM próprio. | TikTok e X para explicar e convocar; WhatsApp, Telegram e Zello para a logística; telefone para os deputados. | Servidor aberto de Discord para deliberar; Instagram e TikTok para convocar; VPN durante o bloqueio. | Grupos de WhatsApp das células, página e lives do líder no Facebook, TikTok via VPN, contas no exterior. | Facebook, Instagram e YouTube para alcance; WhatsApp e Zoom para coordenar os comitês; serviços oficiais on-line para registro. | Porta a porta e rádio local, com Facebook, Twitter e vídeo a apoiar as conversas. | Manifesto com adesão, reuniões de bairro, plataformas de deliberação e voto, Twitter e rede de ciberativistas. | Discador web, SMS de pessoa para pessoa, Slack, e-mail e, em 2020, um app entre amigos. | Lista própria de e-mail e SMS e uma rede social da campanha (MyBO). | Lives no YouTube na primeira noite; X e comunidades de fãs para convocar; grupos de mensagem para coordenar. | Facebook e YouTube como canais principais, TikTok para jovens, grupos de WhatsApp, comícios transmitidos. | Facebook para anunciar; grupos, Zoom e Discord para coordenar; SMS, ligações e muros quando a rede caiu. | Grupos de Facebook (Daitove) e listas diárias no Instagram para convocar; Signal para coordenar; transmissões ao vivo para mostrar. | Porta a porta, voltas regionais e redes alimentadas por centenas de contas e fandoms autogeridos. | Porta a porta com app, phone banks, SMS de pessoa para pessoa e um vídeo de lançamento nas redes. | Site de busca de distritos com caronas, Facebook para vídeos, WhatsApp e SMS para lembretes. | Streams múltiplos reunidos num portal, Facebook, PTT e LINE; depois Pol.is e Join. | Imprensa, rádio e TV com regras de equilíbrio; Twitter e Facebook para mobilizar. | Outdoors, projeções e faixas fotografados para as redes do grupo e para a imprensa. | TV aberta, programas da manhã e debates, com Facebook Live, vídeo segmentado e rádio de contexto. | Porta a porta com aplicativo, imprensa nacional, TV e rádio, transmissões ao vivo, Twitter. | Telegram e vídeo curto em casa, videoconferência com parlamentos e X para o mundo, site oficial como arquivo. | Páginas oficiais no Facebook, LINE Today e robôs de checagem dentro do LINE. | Instagram e imprensa para fora; WhatsApp e Telegram para dentro. |
| Rua | |||||||||||||||||||||||||
| Grupos de família e de bairro, fã-clubes, atos e o transporte para votar. | Silêncios diários, marchas entre cidades, grandes atos, depois aldeias, mercados e porta a porta. | O centro do método: 3 milhões de portas, 5.700 turnos liderados por voluntários, organização por comunidade e língua. | Ocupação pacífica nos dias de votação, às terças e quintas, em dezenas de condados. | Marcha de estudantes de uniforme que, depois dos disparos, virou revolta com incêndios. | Células locais, caravanas pelas regiões, marchas pacíficas e greves da frente cívica. | Comitês locais, barracas, adesivos e estêncil, ônibus nos campi, a grande marcha e as filas da noite eleitoral. | Grupos locais em todos os condados, bancas, faixas em rotatórias, ônibus pelo país. | Assembleias em todos os bairros, atos pequenos e uma rede de artistas e designers. | Barnstorms, phone banks em casa, porta a porta e reuniões em casa. | Porta-a-porta, telefone e reuniões em casa, conduzidos por equipes de voluntários com 700 escritórios de apoio. | Atos pacíficos diante do Parlamento, da residência e do tribunal; 18 marchas aos sábados e atos diários na reta final. | Participação discreta na Aragalaya, depois comícios por distrito, comícios só de mulheres e conselhos locais. | Bloqueios, ocupação de campi, “Complete Shutdown”, não cooperação e marcha sobre a capital. | Presença todas as noites em frente ao Parlamento, colunas diurnas por profissão e bairro, grandes marchas no fim de semana. | Um milhão de portas como meta, atos diários, eventos culturais e apoderados em cada mesa. | O centro: canvass quase diário, coleta de assinaturas e mais de 120 mil portas, segundo a campanha. | Porta a porta nos distritos apertados, cerca de 50 fins de semana de campanha e 1,2 milhão de portas no dia da votação. | Ocupação do plenário, ONGs acampadas, deliberação nas ruas e um ato de meio milhão. | 60 a 70 grupos locais, porta a porta fora da capital e um ônibus pelos 26 condados. | A rua é o palco da imagem: outdoors, monumentos, praias, eventos dos adversários. | Porta a porta e bancos de telefone organizados em floco de neve, com foco em bairros de pouco comparecimento. | Grande Marche porta a porta em 2016 e grandes comícios; milhares de comitês locais. | Pouca rua por causa da guerra; a presença física do líder em Kyiv era a mensagem. | Pouca rua: a correção volta aos grupos de família e a quem sinalizou o boato. | A greve semanal diante de um prédio do poder e greves globais em datas comuns. |
| Conteúdo | |||||||||||||||||||||||||
| Áudios e vídeos curtos com urgência; hashtags, cortes de debate, fotos simbólicas. | Símbolos simples (11h52, mão vermelha), humor e memes, contagens regressivas. | Vídeos curtos do candidato na rua, ouvindo, com humor, em várias línguas, sempre com um convite para agir. | Explicadores cláusula a cláusula, traduções para línguas locais, chatbots, cartazes e músicas. | Contraste “nepo kids”, vídeos curtos, debates ao vivo transmitidos e checagem de boatos. | Vídeos e áudios do líder, vídeos curtos de criadores, imagens sem edição, uma frase em wolof. | Spots, vídeos de celebridades sem marca, áudios de ficção, símbolos como a caneta rosa e o despertador. | Histórias reais de mulheres e casais, médicos como porta-vozes, tom calmo de cuidado e compaixão. | Manifesto, código ético e programa escritos em comum; imagens abertas para remix, humor e linguagem concreta. | O plano para ganhar, roteiros simples e histórias pessoais dos voluntários. | Narrativa pessoal dos voluntários; e-mails com pedido e link; vídeo e anúncios para captar. | Bastões de K-pop, playlists pedidas pelo público, bandeiras humorísticas e fala livre com regra contra o ódio. | Uma só mensagem anticorrupção repetida durante dez anos, discursos com números e humor, biografia do candidato. | Programas com nome e data, demandas numeradas, cartazes copiáveis, músicas e provas da repressão. | Listas de protesto, vídeos da violência policial, relatórios eleitorais, retratos de manifestantes e de presos. | Esperança, garantias e segurança; memes, músicas e cultura pop produzidos pelos apoiadores. | A candidata com a própria voz e uma frase: pessoas contra dinheiro. | Vídeos satíricos curtos para jovens e conversa de persuasão baseada em empatia nas portas. | Vídeo bruto e texto ao vivo, traduções, anúncios pagos por pequenos doadores. | Histórias pessoais de gays, lésbicas e famílias; fichas de fatos com fontes independentes; tom positivo. | As palavras exatas dos poderosos, com data e fonte; vídeos longos e paródias; humor no momento certo. | Positividade implacável, o slogan Let's do this e ênfase em habitação, rios, saúde e educação. | Diagnóstico público da escuta, pautas por fase, imagem cuidada na imprensa. | Vídeo diário sem cenário, discursos sob medida para a história de cada país, pedidos públicos com destinatário. | Duas imagens, texto curtíssimo, humor sem vítimas, com fonte e assinatura. | Um cartaz feito à mão, uma exigência baseada na ciência e muitos rostos jovens. |
| Tempo | |||||||||||||||||||||||||
| 21 dias, entre o 1.º e o 2.º turno. | Cerca de dois anos, de novembro de 2024 a outubro de 2026. | Cerca de 13 meses, do anúncio em outubro de 2024 à eleição de novembro de 2025. | Cerca de sete semanas da apresentação da lei à votação; oito dias de rua até o recuo. | Quatro dias da marcha à nova primeira-ministra; seis meses até às eleições. | Três anos de resistência; dez dias de campanha com o candidato livre. | Meses de preparação, com pico nas oito semanas finais e na semana do prazo de registro. | 68 dias de campanha oficial sobre seis anos de organização prévia. | 333 dias entre o lançamento e a votação, em fases. | Dois ciclos de primárias, 2015–2016 e 2019–2020. | Cerca de 21 meses, de fevereiro de 2007 a novembro de 2008. | Seis horas para derrubar a lei marcial; 11 dias até o impeachment; 123 dias até a destituição; seis meses até a eleição. | Cinco anos de frente (2019–2024), dois anos após a revolta e 54 dias entre presidencial e legislativas. | 36 dias do lançamento formal à queda; cerca de dois meses desde a decisão judicial. | Três ondas desde abril de 2024; protesto diário desde 28 de novembro de 2024, mais de 500 dias em junho de 2026. | Quatro semanas, de 21 nov. a 19 dez. 2021, sobre uma rede construída desde 2019. | Cerca de 14 meses, de abril de 2017 a junho de 2018. | Sete semanas de campanha sobre dois anos de organização desde 2015. | 24 dias de ocupação; anos de deliberação depois, de 2014 até hoje. | Cerca de 100 dias de campanha, sobre anos de trabalho e meses de registro eleitoral. | De 2019 até hoje, com ações pontuais coladas à agenda das notícias. | 53 dias entre a troca de líder e a votação, sobre seis meses de preparação do campo. | Treze meses, de abril de 2016 a junho de 2017. | Ritmo de crise desde 24 fev. 2022, sustentado por mais de quatro anos e meio. | Duas horas por boato; sistema montado entre 2018 e 2020. | Treze meses de uma pessoa a mais de 4 milhões; depois, declínio lento. |
| Gente mobilizada | |||||||||||||||||||||||||
| De 50 mil para 10,9 milhões de seguidores. | Centenas de milhares na rua, mais de mil aldeias e vilas visitadas, 26 mil doadores e fiscais nas seções eleitorais. | De algumas centenas para mais de 100 mil voluntários e 700 líderes de campo. | Protestos em dezenas de condados (19 só em 20 de junho); perto de 1 bilhão de visualizações no TikTok. | Cerca de 160 mil membros no servidor; mais de 10 mil no debate ao vivo; 7,7 mil votos. | Células locais e seções na diáspora, 356 milhões de FCFA declarados por seções em cinco países e uma ampla frente cívica. | Pelo menos 27 campanhas apartidárias, com pelo menos 407 milhões de visualizações, além de prefeituras, universidades e comitês locais. | Mais de 2.500 voluntários encaminhados a grupos locais pelo site, com grupos em todos os condados. | 30 mil assinaturas, cerca de 1.250 ativistas regulares e 4.583 votantes nas primárias. | Centenas de milhares de voluntários, 75 milhões de ligações em 2016. | 13 milhões de e-mails, cerca de 4 milhões de doadores e 1,5 milhão de voluntários ativos. | Cerca de 418 mil pessoas no pico de 14 dez. perto da Assembleia, segundo dados de celular; organizadores falam em milhões. | Uma rede de ativistas do JVP em quase todas as aldeias cingalesas, uma frente de 21 grupos e coletivos e conselhos locais abertos (Kottasha Sabhas). | Protestos em todo o país, de universidades a escolas e madraçais; coordenação de 158 nomes em agosto. | Dezenas de milhares por noite no início, centenas depois; cerca de 250 mil membros no Daitove; mais de 3.500 observadores. | 357 comandos autoconvocados já na primária e centenas de grupos autônomos; "um milhão de portas" era uma meta, não um total verificado. | De um núcleo de cinco pessoas a mais de mil voluntários no fim, segundo relatos. | 100 mil usuários do buscador, 3 mil treinados, 10 mil voluntários no dia, segundo a Momentum. | Cerca de 500 mil na rua; streams com milhões de visualizações; 200 mil usuários do vTaiwan no auge. | 60 a 70 grupos locais e cerca de 60 mil novos eleitores no registro (as fontes divergem). | £ 499 mil de 16.492 doadores e mais de 330 outdoors só em 2019. | Mais de 6.500 voluntários e 475 mil ligações e portas batidas, segundo Ardern. | 300 mil portas, 100 mil conversas e 25 mil questionários; mais de 2.600 comitês locais, segundo o movimento. | Nove parlamentos estrangeiros em 17 dias em 2022, vídeos diários para o país, ministérios e embaixadas com canais próprios e embaixadores famosos da UNITED24. | Todo o governo central, mais 46 mil mensagens ao Cofacts em três meses de 2018. | Mais de 4 milhões num dia, em cerca de 4.500 locais de 150 países (organizadores, 2019). |
| Resultado | |||||||||||||||||||||||||
| Lula venceu o 2.º turno com 51,79%, 4,4 milhões de votos à frente, depois de ficar 2,2 milhões atrás no 1.º. | Lista Estudantil 52,54% contra 39,29% da lista de Vučić (RIK, preliminar, 8.077 de 8.392 seções), com 68,78% de comparecimento; Vučić reconheceu a derrota em 25 out. 2026. | Venceu a primária democrata com 56,4% na contagem final por ordem de preferência e a eleição de 4 nov. 2025 com 50,78%, com a maior participação desde 1993. | Ruto recusou-se a sancionar a lei em 26 jun. 2024 e, em 25 jul., os deputados apagaram todas as cláusulas; parte das medidas voltou por outras leis em dez. 2024. | Oli renunciou em 9 set. 2025 e Sushila Karki tomou posse como primeira-ministra interina em 12 set.; nas eleições de 5 mar. 2026, o RSP ganhou 182 de 275 cadeiras. | Faye venceu no 1.º turno com 54,28% (2,43 milhões de votos), dez dias depois de sair da prisão. | Comparecimento de 74,38%, recorde desde 1989; entre jovens de 18 a 29, de 46% para cerca de 69–71%. O PiS ficou em primeiro, mas perdeu a maioria. | 66,4% de Sim (1,43 milhão de votos), com 64% de comparecimento: a 8.ª Emenda foi revogada. | Primeiro lugar com 25,2% (176.612 votos) e 11 de 41 vereadores; Ada Colau virou prefeita, governando em minoria. | Sanders perdeu a indicação democrata em 2016, com 46% dos delegados eleitos, e em 2020, depois da Super Terça. | Obama ganhou as primárias e a eleição de 4 de novembro de 2008, com cerca de 53% dos votos e 365 votos no Colégio Eleitoral. | Lei marcial anulada por 190 a 0; Yoon sofreu impeachment em 14 dez. 2024 (204 votos) e foi destituído por 8 a 0 em 4 abr. 2025; Lee Jae-myung venceu a eleição antecipada de 3 jun. | De 3,16% em 2019 para 42,31% no 1.º turno presidencial (55,89% após as segundas preferências) e 61,56% e 159 de 225 cadeiras em nov. 2024; 43,26% nas locais de maio de 2025. | Hasina renunciou e fugiu em 5 de agosto de 2024. Na eleição de fevereiro de 2026, o partido dos estudantes (NCP) teve 3,05% e 6 cadeiras; o BNP levou 209. | Depois de mais de 500 dias, nem novas eleições nem volta ao caminho europeu; nas locais de 2025 o Sonho Georgiano teve 81,73%, com 40,93% de comparecimento. | Boric venceu o segundo turno com 55,87% (4.620.890 votos), 2,8 milhões a mais que no primeiro, com 1,25 milhão de votantes a mais. | Venceu a primária com 56,7% (16.898 votos contra 12.880), com 29.778 votantes, quase o dobro do que a campanha esperava. | O Labour subiu 9,6 pontos, para 40%, e ganhou 30 cadeiras; os conservadores ficaram em primeiro, mas perderam a maioria. O Labour ficou a 64 cadeiras da maioria. | Os ocupantes saíram em 10 abr. 2014 depois de o presidente do parlamento prometer uma lei de supervisão; o acordo de serviços parou, mas a lei nunca foi aprovada (oito versões entre 2016 e 2024). | 62,07% de Sim (1.201.607 votos), com 60,5% de comparecimento: primeiro país a aprovar o casamento igualitário por voto popular. | Não impediu o Brexit: em dezembro de 2019, os partidos pró-Brexit ganharam a maioria das cadeiras. O ganho foi em mídia espontânea e em jornalistas usando as citações. | O Labour teve 36,9%, em segundo atrás dos 44,4% do National, e formou governo com NZ First e os Verdes em 19 de outubro. | 66,1% no segundo turno contra Marine Le Pen (7 mai. 2017) e cerca de 351 das 577 cadeiras para a sua maioria em junho. | Os discursos ajudaram a obter sanções e armas, o Starlink chegou dois dias depois do post de Fedorov e a UNITED24 mostrava cerca de 4 bilhões de dólares em out. 2026; a guerra não foi decidida. | Um sistema de resposta rápida em todo o governo central; em jan. 2020 muitos ministérios respondiam em 60 minutos. O efeito sobre a crença nos boatos não foi medido. | Atenção mundial e uma geração mobilizada, mas nenhum estudo liga as greves a leis específicas; em fev. 2025, 130 mil na Alemanha, segundo os organizadores. |
| Prova do efeito | |||||||||||||||||||||||||
| Nenhum estudo causal: nenhum dado publicado isola o efeito do canal nos votos. Só há contagens de seguidores e de interações nas redes. | Nenhum dado isola o efeito do porta a porta ou dos fiscais; os números de campo são do movimento, e o comparecimento recorde e a retirada da oposição também pesaram. Os resultados ainda são preliminares. | Nenhum estudo isola o efeito das portas ou dos vídeos; os números de campo são da campanha e nunca foram auditados. Experimentos nos EUA mostram persuasão quase nula por contato em eleições gerais; numa primária e para levar gente a votar, a conta é outra. | O recuo está documentado; o mecanismo, não. Ninguém consegue isolar o peso das ligações, dos vídeos, da rua ou da invasão do Parlamento na decisão de Ruto. | Nenhuma prova de que a enquete decidiu: cerca de 7.700 votos anônimos e inverificáveis num servidor de mais de 150 mil membros; os próprios participantes dizem que a escolha também saiu da negociação com o Exército e do apoio de Balen Shah. | Nenhum estudo publicado isola o efeito de cada camada; a organização interna do Pastef é pouco documentada e os valores arrecadados são declarações do próprio partido. | Só correlação: segundo a Batory, 81% de quem viu as campanhas disse ter votado, contra 63% de quem não viu, o que mistura efeito e seleção. Experimentos de campo em outros países apoiam mensagens de norma social e de plano de voto. | Nenhum dado isola o efeito do porta a porta. Na boca de urna da RTÉ, 75% disseram que sempre souberam o voto, só 7% citaram o contato com militantes e 43% as histórias na mídia. | Nenhum estudo isola o efeito de cada técnica; a vitória também dependeu de Colau, do colapso do PSC e da fragmentação. A alta de comparecimento nos bairros pobres vem do relato de Subirats, não de dados oficiais consultados. | Nenhum estudo isola o efeito do programa; os números de volume são da campanha. Experimentos em outros contextos mostram pouca persuasão por contato e ganho de participação com planos de voto; a aposta em novos eleitores de 2020 não se confirmou. | Nenhum experimento mede o programa inteiro; um estudo observacional (Masket, Public Opinion Quarterly, 2009) encontrou ganho democrata desproporcional nos condados com escritórios de campo, suficiente para virar três estados. | Não é possível isolar quanto a rua pesou nas decisões da Assembleia e do tribunal, que seguiram as próprias regras; as contagens de público vão de 208 mil a 2,3 milhões, conforme a fonte. | Os números eleitorais são oficiais, mas o efeito isolado das redes, dos comícios de mulheres ou dos Kottasha Sabhas não foi medido; o colapso dos partidos tradicionais pesou tanto quanto o método. | Ninguém consegue isolar o peso de cada fator: a rua, um apagão que saiu pela culatra, a posição do exército. Muitos relatos são dos próprios coordenadores e não foram verificados de forma independente. | Nenhuma: o método não alcançou o objetivo até agora. As provas reunidas documentam fraude e violência, não que a persistência funcione; a contagem diária é confirmada pela imprensa até jun. 2026. | Nenhum estudo isola o efeito do porta a porta e não há total verificado de portas ou voluntários. O comparecimento por idade e sexo são estimativas da DecideChile; o medo de Kast, os apoios e os debates também pesaram. | Nenhum dado isola o efeito de cada peça; portas, ligações, SMS e a alta de 68% no comparecimento são números da campanha. A análise por seção eleitoral mostra onde ela ganhou, não por quê. | Ninguém isolou o efeito das portas ou dos vídeos; os números de alcance são da própria Momentum. O British Election Study não encontrou alta de participação jovem, e experimentos nos EUA mostram persuasão por contato quase nula. | Nenhum dado isola o efeito do movimento nas vitórias da oposição em 2014 e 2016; os 80% de casos do vTaiwan com ação do governo são contados pelos próprios criadores, sem auditoria. | Nenhum dado isola o efeito da imprensa ou das histórias. Um estudo pós-referendo (UCD/Red C) concluiu que o porta a porta aumentou o comparecimento, mas não mudou votos. | Nenhuma sobre votos: o impacto nunca foi medido, e os números de alcance vêm da inscrição do próprio grupo num prêmio, não de auditoria. As doações estão registradas na plataforma de crowdfunding. | Nenhum estudo isola o efeito do método; doações e voluntários são números do partido. O estudo eleitoral NZES mostra que boa parte do ganho, sobretudo entre mulheres, veio dos Verdes: uma redistribuição do voto de esquerda. | Nenhum estudo isola o efeito da Grande Marche; os números são do movimento e foram contestados. O efeito medido do porta a porta vem de um experimento de campo na campanha de Hollande em 2012 (Pons). | Não há medição pública do efeito dos discursos nas decisões de cada parlamento, nem do impacto do CCD; o valor da UNITED24 é o contador da própria plataforma. | Nenhuma sobre o efeito central: nenhum estudo publicado mede se os memes reduziram a crença nos boatos, e os números de rapidez são do próprio governo. Uma tese de 2024 achou mais boa vontade, mas não mediu precisão. | Pesquisas com participantes (Protest for a future, 2019) mostram quem foi e como soube; nenhuma mede o efeito das greves em leis. Os números de rua são estimativas dos organizadores. |
| Custo | |||||||||||||||||||||||||
| Quase zero em ferramentas; o custo é o tempo das pessoas. | Protesto quase gratuito; campanha de cerca de 2 milhões de euros, 98% em pequenas doações. | Teto de 8 milhões de dólares na primária, com fundos públicos; ferramentas baratas; o custo real foi o tempo dos voluntários. | Quase zero em ferramentas; dezenas de milhões de xelins doados para cuidar dos feridos. | Zero em software; um custo humano altíssimo: 76 mortos e mais de 2.600 feridos. | Software quase grátis; centenas de milhões de FCFA da militância e da diáspora para campanha, advogados e detidos. | Orçamentos não publicados; trabalho pro bono, mídia doada e fundos de doadores. | Cerca de 1,6 milhão de euros arrecadados em dez semanas, de vaquinhas, eventos e loja. | Mais de 90 mil euros em doações e mais de 200 microcréditos; software livre. | Software barato; minutos, mensagens e staff de apoio são o custo real. | Campanha de centenas de milhões de dólares, com cerca de 280 milhões em TV; o método de organização pede sobretudo tempo de organizadores. | Ferramentas quase gratuitas; comida e calor pagos diretamente por milhares de doadores e artistas. | Rs 528 milhões declarados na presidencial, menos da metade do segundo colocado. | Quase zero em ferramentas; custo humano de até 1.400 mortos e mais de 11.700 detidos. | Ferramentas quase grátis; centenas de milhares de lari em multas pagas por fundos, além de advogados e equipamento de proteção. | Baixo: comandos autofinanciados e menos gasto em anúncios do que o adversário. | Vídeo de menos de US$ 10 mil; o adversário gastou cerca de US$ 3,4 milhões. | Muito baixo: formadores sem salário, ferramentas de voluntários e cerca de 2 mil libras em anúncios. | Software livre e gratuito; equipamento, conexão e anúncios pagos por vaquinha. | Começou com 30 mil euros em caixa; financiada por vaquinha, eventos e loja. | O espaço e o equipamento, pagos por pequenas doações; o software é quase grátis. | Não publicado; centenas de milhares de dólares neozelandeses em doações nos primeiros dias. | Cerca de 16,8 milhões de euros na presidencial, com dezenas de milhares de doações. | Núcleo de texto minúsculo e canais gratuitos; o custo real foi acesso e tempo. | Quase zero em software; o custo é ter equipes dedicadas de plantão. | Quase zero: ferramentas grátis e abertas, cartolina e tempo de estudantes. |
| Riscos | |||||||||||||||||||||||||
| Ponto único de falha, suspensões judiciais, táticas de insinuação, opacidade. | Esgotamento, núcleo duro informal, repressão e spyware, prestação de contas fraca depois de eleitos. | Dependência do candidato e de uma organização pré-existente, números não auditados, rede difícil de manter, opacidade com criadores no governo. | Mortes e sequestros, doxing de deputados, contas contestadas, infiltração, vitória revertida por outras leis. | Incitação no servidor, voto não verificável, Exército como árbitro, fragmentação e personalização. | Violência e mortes nos protestos, prisões, cortes de internet, opacidade financeira, personalização. | Efeito sem prova causal, fronteira apartidária frágil, financiamento opaco, impostores e infraestrutura que trava o voto. | Disciplina de mensagem que silencia parte da base, sede sobrecarregada, abuso a voluntários e a quem conta histórias. | Governo de minoria, desgaste da participação, institucionalização e dependência de uma figura. | Começar tarde, volume sem efeito, privacidade dos dados de amigos, tensões internas. | Mito da auto-organização, desmobilização depois da vitória, cansaço e dependência de dinheiro. | Tropas na primeira noite, frio extremo, reação da direita radical, números disputados e reformas adiadas. | Centralismo pouco transparente, hipocrisia percebida, queda rápida de apoio, minorias insatisfeitas. | Massacre, tortura e desaparecimento, apagão, represálias depois da vitória, agendas escondidas, fracasso eleitoral. | Multas, prisões e maus-tratos, fundos congelados, escalada sem mandato, cansaço e emigração, sem vitória política até agora. | Dependência do voto voluntário e do medo do adversário; derrota em 2022 e em 2025. | Depender de um distrito favorável e de uma candidata excepcional; reação do establishment; números não auditados. | Números autodeclarados, tom divisivo, dependência de um líder e de uma facção, equipe central sobrecarregada. | Processos penais, decisão concentrada, boatos e infiltração em chats, deliberação sem compromisso oficial. | Complacência com as pesquisas, debates com equilíbrio forçado, abuso a voluntários, vozes internas silenciadas. | Detenções, processos, falar só para os convencidos, dar palco ao alvo, pretextos que enganam terceiros. | Ficar em segundo, depender da pessoa da líder, ataques fiscais na reta final, programa limitado pela coalizão. | Ataques hack-and-leak, membros pouco ativos, relação dura com a imprensa, ajuda não declarada. | Centralização da informação, desgaste da confiança, atenção mundial que cansa e dependência de plataformas privadas. | Governo como juiz da verdade, efeito pouco medido, dependência de plataformas, leis que vão longe demais. | Ódio contra os rostos expostos, menores expostos, divisões sem árbitro e atenção que não vira política. |


