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JanonismoBrasil · 2026Os estudantes vencemSérvia · 2026MamdaniNova York · 2025#RejectFinanceBill2024Quênia · 2024Assembleia no DiscordNepal · 2025Diomaye mooy SonkoSenegal · 2024A multicampanhaPolônia · 2023Together for YesIrlanda · 2018Barcelona en ComúBarcelona · 2015Big OrganizingEstados Unidos · 2016–2020Obama 2008Estados Unidos · 2008A revolução dos bastões de luzCoreia do Sul · 2024–2025Da praça à maioriaSri Lanka · 2024O 36 de julhoBangladesh · 2024Até o fim, todas as noitesGeórgia · 2024–2026Um milhão de portasChile · 2021Pessoas contra dinheiroNova York · 2018MomentumReino Unido · 2017Girassóis e g0vTaiwan · 2014Yes EqualityIrlanda · 2015Led By DonkeysReino Unido · 2019–2026Let's do thisNova Zelândia · 2017Escutar, organizar, blindarFrança · 2017Estamos aquiUcrânia · 2022Humor contra o boatoTaiwan · 2018–2021Greve pelo climaGlobal (começou na Suécia) · 2018–2019
Teoria da vitória
A campanha ganha se milhões de apoiadores, coordenados por um só canal, levarem a mensagem para fora da bolha nas próprias contas e conversas.A campanha ganha se assembleias abertas criarem legitimidade coletiva, a rua virar contatos em cada aldeia e fiscais treinados protegerem cada urna.A campanha ganha se o vídeo orgânico encher um funil para um campo de massa liderado por voluntários, e esse campo levar às urnas uma nova coalizão em torno do custo de vida.A rede ganha se a lei ficar legível para todos, a pressão acertar quem vota quando vota e o cuidado fizer as pessoas voltarem à rua.O movimento ganha se a indignação crescer, a rua forçar a saída do governo e uma assembleia digital aberta, com regras e provas públicas, der um nome com legitimidade para levar à mesa.A campanha ganha se a organização puder perder o líder, o partido e a internet sem perder o movimento, se a confiança passar ao substituto e se uma frente ampla garantir a eleição na data.A campanha ganha se dezenas de mensageiros apartidários tornarem o voto a norma entre jovens e mulheres jovens que não votavam, e o registro ficar fácil antes do prazo.A campanha ganha se uma mensagem calma de cuidado, dita por gente de confiança, atrair o centro preocupado e uma base mobilizada for às portas.Ganhamos se uma plataforma nascida dos movimentos conquistar legitimidade pública antes de pedir votos e reunir a esquerda numa só lista, sem siglas.Ganhamos se uma massa de voluntários assumir o trabalho da equipe, falar com eleitores suficientes e trazer às urnas jovens e quem vota pouco.A campanha ganha se uma plataforma própria recrutar milhões e a organização comunitária os transformar em equipes de bairro que falam com os eleitores dos estados decisivos.O movimento ganha se os cidadãos aparecerem na primeira hora e depois mantiverem uma rua acolhedora cheia todo sábado, presa a uma só exigência institucional no calendário do Parlamento e do tribunal.A frente ganha se uma organização paciente e territorial estiver pronta quando o velho sistema partidário ruir, com uma só mensagem contra a corrupção e sem alianças com os velhos partidos.O movimento ganha se uma coordenação pública, mas substituível, mantiver um calendário diário de ações com data, através da repressão e do apagão, até o regime não conseguir mais se sustentar.Um movimento sem líder ganha se ficar na rua indefinidamente, documentar tudo e dividir o custo, até o regime ter de ceder.A campanha ganha se, com voto voluntário, encontrar e levar às urnas quem não votou no primeiro turno, ampliando a mensagem sem abandonar a base.A campanha ganha se, numa primária de baixo comparecimento, uma candidata da comunidade ampliar quem vota, buscando todos os democratas registrados e não só os prováveis.A campanha ganha se a base concentrada em distritos seguros for treinada e levada aos distritos apertados, onde cada porta pesa mais.O movimento ganha se mostrar tudo ao vivo, abrir a infraestrutura para qualquer um ajudar e transformar a energia da rua em deliberação com regras a que as instituições se comprometam.A campanha ganha se histórias reais de gays, lésbicas e suas famílias, na imprensa e na porta, moverem o meio indeciso sem o atacar, e se jovens e emigrantes forem votar.O grupo ganha se as próprias palavras dos poderosos, postas onde doem e fotografadas, circularem pelas redes e pela imprensa até os jornalistas as devolverem aos autores.A campanha ganha se a troca de líder virar um recomeço que muda o tom e a percepção, e se um campo montado antes transformar a onda de atenção em trabalho.A campanha ganha se um movimento sem partido começar por ouvir o país, transformar o que ouviu numa história pública e resistir aos ataques que virão.A campanha ganha se o líder provar presença todos os dias e se cada público receber um discurso na sua própria história, com um pedido concreto e um destinatário, atendido por canais oficiais e transparentes.A campanha ganha se cada boato em alta receber, no mesmo ciclo de notícias, um esclarecimento mais fácil e mais engraçado de compartilhar do que o boato, enquanto checadores independentes verificam às claras.O movimento ganha se um gesto que qualquer um copia, repetido toda semana por grupos locais autônomos e amplificado pela imprensa, tornar politicamente insustentável não agir pelo clima.
Público decisivo
Indecisos e quem se absteve no 1.º turno (o voto é obrigatório), alcançados pelas redes pessoais dos apoiadores.Eleitores de aldeias e pequenas cidades que só viam a TV pró-governo, alcançados cara a cara; e a diáspora, registrada para votar.Nova-iorquinos apertados pelo custo de vida, sobretudo bairros de imigrantes que tinham virado à direita ou votado em branco em 2024, alcançados na sua própria língua.Os deputados que votavam a lei e o presidente que tinha de sancioná-la; para mobilizar, jovens quenianos de todas as etnias que entenderam quanto a lei lhes custava.Jovens nepaleses online e na rua; no fim, o Exército e o Presidente, que mediaram o governo interino.A base de Sonko, que tinha de transferir a lealdade para Faye; e, para as regras do jogo, sociedade civil, líderes religiosos e o Conselho Constitucional.Jovens de 18 a 29 anos, sobretudo jovens mulheres, e quem estudava ou trabalhava fora de casa e precisava mudar o local de voto.O "centro preocupado": eleitores indecisos ou condicionais, cerca de um em cada cinco em abril, que queriam mudança sem gritaria.Moradores dos bairros populares atingidos por despejos, crise e turismo, e eleitores de esquerda descrentes dos partidos tradicionais.Eleitores das primárias nos estados que votavam a seguir; apoiadores que podiam ficar em casa; e, em 2020, jovens e quem vota pouco.Primeiro os eleitores das primárias e caucuses (Iowa); depois os eleitores dos estados disputados, contatados pelas equipes de bairro.Os deputados (eram precisos 200 de 300 votos) e o Tribunal Constitucional; na rua, cidadãos que nunca tinham protestado, com mulheres jovens à frente.Eleitores que abandonaram os partidos tradicionais depois da crise e da Aragalaya: profissionais, classe média, mulheres, jovens e a diáspora falando com a família.Primeiro os estudantes, depois escolas, madraçais, professores e moradores; no fim, o exército, cuja recusa em atirar em 5 de agosto decidiu a queda.Os georgianos pró-europeus dispostos a protestar; para ganhar, a grande maioria que fica em casa, que o movimento ainda não alcançou.Quem se absteve no primeiro turno, nos bairros periféricos e comunas prioritárias, sobretudo mulheres e jovens.Democratas registrados que não costumam votar em primárias; os melhores resultados vieram de bairros em gentrificação, como Astoria e Sunnyside.Eleitores dos distritos apertados: apoiadores do Labour a levar às urnas e indecisos ou conservadores a persuadir na porta.O público taiwanês que acompanhava pelos streams, contra a versão da TV; e o parlamento e o seu presidente, que decidiam a revisão do acordo.O meio que podia mudar, sobretudo homens de 40 a 60 anos que achavam a união civil suficiente; e jovens e emigrantes, para o comparecimento.Jornalistas e o público online que compartilha e doa; os eleitores a convencer foram pouco alcançados, segundo os críticos (falava-se sobretudo aos convertidos).Eleitores de esquerda que se afastavam do Labour, sobretudo mulheres que pendiam para os Verdes, e as áreas de baixo comparecimento visadas pelo campo.Eleitores cansados dos dois grandes partidos, da esquerda e da direita; no segundo turno, eleitores de vários campos unidos contra a extrema direita.Parlamentos, governos e empresas estrangeiros que podiam mandar sanções, armas, equipamento e dinheiro; em casa, os ucranianos que precisavam da prova de que ele tinha ficado.Quem compartilha boatos nos grupos de família do LINE e nas redes, e os jornalistas que precisam dos dois lados no mesmo ciclo de notícias.Estudantes, como participantes (38% iam à primeira manifestação); e, pela imprensa, a opinião pública e quem decide.
Comando
Um deputado com audiência própria, fora da estrutura oficial, dá as ordens.Sem líder: assembleias abertas decidem por maioria e grupos de trabalho executam.Uma campanha oficial com direção de campo forte, em parceria semanal com uma organização militante (NYC-DSA).Sem comando central: liderança distribuída por criadores, organizadores de base e redes profissionais.Sem comando único: uma ONG coordenou o servidor e negociou, outras facções disputaram a liderança.Um líder carismático preso, com substitutos preparados e seções na diáspora como retaguarda.Sem comando central: dezenas de ONGs, prefeituras e coletivos, com uma fundação apoiando campanhas e medindo depois.Três co-diretoras de três organizações, um Executivo semanal e uma gerente de campanha profissional.Plenário quinzenal e equipe de coordenação com porta-vozes; candidata forte, mas escolhida em primárias.Uma equipe central pequena define plano, metas e roteiros; voluntários lideram as equipes.Direção central em Chicago com metas diárias; equipes de bairro com autonomia para chegar a elas.Coalizão de cerca de 1.700 organizações, com comitê operacional e sala de situação; muita auto-organização cidadã em volta.Núcleo de quadros disciplinado (JVP) dentro de uma frente de 21 grupos, com conselhos locais abertos.Coordenação estudantil com rostos públicos e lista longa de substitutos; decisões em reuniões noturnas.Sem comando central: grupos abertos, convocadores de coluna, ONG de observação e fundos de solidariedade.Comando pequeno em três áreas (política, comunicação, território) e uma chefia de fora do partido.Uma campanha mínima, recrutada por uma rede nacional, com campo feito por organizações parceiras.Uma organização satélite com poucos funcionários, separada do partido, ao lado da campanha oficial do Labour.Sem dono: grupo de decisão no plenário, ONGs na rua e uma comunidade aberta de hackers cívicos.Dois codiretores de organizações diferentes, um estrategista voluntário e reunião diária nas últimas seis semanas.Quatro fundadores decidem tudo; uma rede de colaboradores e voluntários executa.Uma líder nova com um gabinete pequeno, um gerente de campanha falando pela máquina e um diretor de campo.Núcleo pequeno de assessores e consultoria eleitoral; comitês locais abertos, dirigidos de cima.O presidente define as ideias; um núcleo de três ou quatro redatores e editores escreve; ministérios agem com autonomia.Um porta-voz do gabinete coordena; cada ministério responde pelo seu tema.Sem chefe: grupos locais autônomos, delegados eleitos e uma call nacional em que cada grupo tem um voto.
Canal
Canal de WhatsApp de um para muitos; contas pessoais dos apoiadores para o alcance.Dezenas de contas no Instagram, TikTok e X, grupos de coordenação e uma lista própria de contatos.Vídeo orgânico no Instagram e no TikTok, com funil por mensagem direta para um CRM próprio.TikTok e X para explicar e convocar; WhatsApp, Telegram e Zello para a logística; telefone para os deputados.Servidor aberto de Discord para deliberar; Instagram e TikTok para convocar; VPN durante o bloqueio.Grupos de WhatsApp das células, página e lives do líder no Facebook, TikTok via VPN, contas no exterior.Facebook, Instagram e YouTube para alcance; WhatsApp e Zoom para coordenar os comitês; serviços oficiais on-line para registro.Porta a porta e rádio local, com Facebook, Twitter e vídeo a apoiar as conversas.Manifesto com adesão, reuniões de bairro, plataformas de deliberação e voto, Twitter e rede de ciberativistas.Discador web, SMS de pessoa para pessoa, Slack, e-mail e, em 2020, um app entre amigos.Lista própria de e-mail e SMS e uma rede social da campanha (MyBO).Lives no YouTube na primeira noite; X e comunidades de fãs para convocar; grupos de mensagem para coordenar.Facebook e YouTube como canais principais, TikTok para jovens, grupos de WhatsApp, comícios transmitidos.Facebook para anunciar; grupos, Zoom e Discord para coordenar; SMS, ligações e muros quando a rede caiu.Grupos de Facebook (Daitove) e listas diárias no Instagram para convocar; Signal para coordenar; transmissões ao vivo para mostrar.Porta a porta, voltas regionais e redes alimentadas por centenas de contas e fandoms autogeridos.Porta a porta com app, phone banks, SMS de pessoa para pessoa e um vídeo de lançamento nas redes.Site de busca de distritos com caronas, Facebook para vídeos, WhatsApp e SMS para lembretes.Streams múltiplos reunidos num portal, Facebook, PTT e LINE; depois Pol.is e Join.Imprensa, rádio e TV com regras de equilíbrio; Twitter e Facebook para mobilizar.Outdoors, projeções e faixas fotografados para as redes do grupo e para a imprensa.TV aberta, programas da manhã e debates, com Facebook Live, vídeo segmentado e rádio de contexto.Porta a porta com aplicativo, imprensa nacional, TV e rádio, transmissões ao vivo, Twitter.Telegram e vídeo curto em casa, videoconferência com parlamentos e X para o mundo, site oficial como arquivo.Páginas oficiais no Facebook, LINE Today e robôs de checagem dentro do LINE.Instagram e imprensa para fora; WhatsApp e Telegram para dentro.
Rua
Grupos de família e de bairro, fã-clubes, atos e o transporte para votar.Silêncios diários, marchas entre cidades, grandes atos, depois aldeias, mercados e porta a porta.O centro do método: 3 milhões de portas, 5.700 turnos liderados por voluntários, organização por comunidade e língua.Ocupação pacífica nos dias de votação, às terças e quintas, em dezenas de condados.Marcha de estudantes de uniforme que, depois dos disparos, virou revolta com incêndios.Células locais, caravanas pelas regiões, marchas pacíficas e greves da frente cívica.Comitês locais, barracas, adesivos e estêncil, ônibus nos campi, a grande marcha e as filas da noite eleitoral.Grupos locais em todos os condados, bancas, faixas em rotatórias, ônibus pelo país.Assembleias em todos os bairros, atos pequenos e uma rede de artistas e designers.Barnstorms, phone banks em casa, porta a porta e reuniões em casa.Porta-a-porta, telefone e reuniões em casa, conduzidos por equipes de voluntários com 700 escritórios de apoio.Atos pacíficos diante do Parlamento, da residência e do tribunal; 18 marchas aos sábados e atos diários na reta final.Participação discreta na Aragalaya, depois comícios por distrito, comícios só de mulheres e conselhos locais.Bloqueios, ocupação de campi, “Complete Shutdown”, não cooperação e marcha sobre a capital.Presença todas as noites em frente ao Parlamento, colunas diurnas por profissão e bairro, grandes marchas no fim de semana.Um milhão de portas como meta, atos diários, eventos culturais e apoderados em cada mesa.O centro: canvass quase diário, coleta de assinaturas e mais de 120 mil portas, segundo a campanha.Porta a porta nos distritos apertados, cerca de 50 fins de semana de campanha e 1,2 milhão de portas no dia da votação.Ocupação do plenário, ONGs acampadas, deliberação nas ruas e um ato de meio milhão.60 a 70 grupos locais, porta a porta fora da capital e um ônibus pelos 26 condados.A rua é o palco da imagem: outdoors, monumentos, praias, eventos dos adversários.Porta a porta e bancos de telefone organizados em floco de neve, com foco em bairros de pouco comparecimento.Grande Marche porta a porta em 2016 e grandes comícios; milhares de comitês locais.Pouca rua por causa da guerra; a presença física do líder em Kyiv era a mensagem.Pouca rua: a correção volta aos grupos de família e a quem sinalizou o boato.A greve semanal diante de um prédio do poder e greves globais em datas comuns.
Conteúdo
Áudios e vídeos curtos com urgência; hashtags, cortes de debate, fotos simbólicas.Símbolos simples (11h52, mão vermelha), humor e memes, contagens regressivas.Vídeos curtos do candidato na rua, ouvindo, com humor, em várias línguas, sempre com um convite para agir.Explicadores cláusula a cláusula, traduções para línguas locais, chatbots, cartazes e músicas.Contraste “nepo kids”, vídeos curtos, debates ao vivo transmitidos e checagem de boatos.Vídeos e áudios do líder, vídeos curtos de criadores, imagens sem edição, uma frase em wolof.Spots, vídeos de celebridades sem marca, áudios de ficção, símbolos como a caneta rosa e o despertador.Histórias reais de mulheres e casais, médicos como porta-vozes, tom calmo de cuidado e compaixão.Manifesto, código ético e programa escritos em comum; imagens abertas para remix, humor e linguagem concreta.O plano para ganhar, roteiros simples e histórias pessoais dos voluntários.Narrativa pessoal dos voluntários; e-mails com pedido e link; vídeo e anúncios para captar.Bastões de K-pop, playlists pedidas pelo público, bandeiras humorísticas e fala livre com regra contra o ódio.Uma só mensagem anticorrupção repetida durante dez anos, discursos com números e humor, biografia do candidato.Programas com nome e data, demandas numeradas, cartazes copiáveis, músicas e provas da repressão.Listas de protesto, vídeos da violência policial, relatórios eleitorais, retratos de manifestantes e de presos.Esperança, garantias e segurança; memes, músicas e cultura pop produzidos pelos apoiadores.A candidata com a própria voz e uma frase: pessoas contra dinheiro.Vídeos satíricos curtos para jovens e conversa de persuasão baseada em empatia nas portas.Vídeo bruto e texto ao vivo, traduções, anúncios pagos por pequenos doadores.Histórias pessoais de gays, lésbicas e famílias; fichas de fatos com fontes independentes; tom positivo.As palavras exatas dos poderosos, com data e fonte; vídeos longos e paródias; humor no momento certo.Positividade implacável, o slogan Let's do this e ênfase em habitação, rios, saúde e educação.Diagnóstico público da escuta, pautas por fase, imagem cuidada na imprensa.Vídeo diário sem cenário, discursos sob medida para a história de cada país, pedidos públicos com destinatário.Duas imagens, texto curtíssimo, humor sem vítimas, com fonte e assinatura.Um cartaz feito à mão, uma exigência baseada na ciência e muitos rostos jovens.
Tempo
21 dias, entre o 1.º e o 2.º turno.Cerca de dois anos, de novembro de 2024 a outubro de 2026.Cerca de 13 meses, do anúncio em outubro de 2024 à eleição de novembro de 2025.Cerca de sete semanas da apresentação da lei à votação; oito dias de rua até o recuo.Quatro dias da marcha à nova primeira-ministra; seis meses até às eleições.Três anos de resistência; dez dias de campanha com o candidato livre.Meses de preparação, com pico nas oito semanas finais e na semana do prazo de registro.68 dias de campanha oficial sobre seis anos de organização prévia.333 dias entre o lançamento e a votação, em fases.Dois ciclos de primárias, 2015–2016 e 2019–2020.Cerca de 21 meses, de fevereiro de 2007 a novembro de 2008.Seis horas para derrubar a lei marcial; 11 dias até o impeachment; 123 dias até a destituição; seis meses até a eleição.Cinco anos de frente (2019–2024), dois anos após a revolta e 54 dias entre presidencial e legislativas.36 dias do lançamento formal à queda; cerca de dois meses desde a decisão judicial.Três ondas desde abril de 2024; protesto diário desde 28 de novembro de 2024, mais de 500 dias em junho de 2026.Quatro semanas, de 21 nov. a 19 dez. 2021, sobre uma rede construída desde 2019.Cerca de 14 meses, de abril de 2017 a junho de 2018.Sete semanas de campanha sobre dois anos de organização desde 2015.24 dias de ocupação; anos de deliberação depois, de 2014 até hoje.Cerca de 100 dias de campanha, sobre anos de trabalho e meses de registro eleitoral.De 2019 até hoje, com ações pontuais coladas à agenda das notícias.53 dias entre a troca de líder e a votação, sobre seis meses de preparação do campo.Treze meses, de abril de 2016 a junho de 2017.Ritmo de crise desde 24 fev. 2022, sustentado por mais de quatro anos e meio.Duas horas por boato; sistema montado entre 2018 e 2020.Treze meses de uma pessoa a mais de 4 milhões; depois, declínio lento.
Gente mobilizada
De 50 mil para 10,9 milhões de seguidores.Centenas de milhares na rua, mais de mil aldeias e vilas visitadas, 26 mil doadores e fiscais nas seções eleitorais.De algumas centenas para mais de 100 mil voluntários e 700 líderes de campo.Protestos em dezenas de condados (19 só em 20 de junho); perto de 1 bilhão de visualizações no TikTok.Cerca de 160 mil membros no servidor; mais de 10 mil no debate ao vivo; 7,7 mil votos.Células locais e seções na diáspora, 356 milhões de FCFA declarados por seções em cinco países e uma ampla frente cívica.Pelo menos 27 campanhas apartidárias, com pelo menos 407 milhões de visualizações, além de prefeituras, universidades e comitês locais.Mais de 2.500 voluntários encaminhados a grupos locais pelo site, com grupos em todos os condados.30 mil assinaturas, cerca de 1.250 ativistas regulares e 4.583 votantes nas primárias.Centenas de milhares de voluntários, 75 milhões de ligações em 2016.13 milhões de e-mails, cerca de 4 milhões de doadores e 1,5 milhão de voluntários ativos.Cerca de 418 mil pessoas no pico de 14 dez. perto da Assembleia, segundo dados de celular; organizadores falam em milhões.Uma rede de ativistas do JVP em quase todas as aldeias cingalesas, uma frente de 21 grupos e coletivos e conselhos locais abertos (Kottasha Sabhas).Protestos em todo o país, de universidades a escolas e madraçais; coordenação de 158 nomes em agosto.Dezenas de milhares por noite no início, centenas depois; cerca de 250 mil membros no Daitove; mais de 3.500 observadores.357 comandos autoconvocados já na primária e centenas de grupos autônomos; "um milhão de portas" era uma meta, não um total verificado.De um núcleo de cinco pessoas a mais de mil voluntários no fim, segundo relatos.100 mil usuários do buscador, 3 mil treinados, 10 mil voluntários no dia, segundo a Momentum.Cerca de 500 mil na rua; streams com milhões de visualizações; 200 mil usuários do vTaiwan no auge.60 a 70 grupos locais e cerca de 60 mil novos eleitores no registro (as fontes divergem).£ 499 mil de 16.492 doadores e mais de 330 outdoors só em 2019.Mais de 6.500 voluntários e 475 mil ligações e portas batidas, segundo Ardern.300 mil portas, 100 mil conversas e 25 mil questionários; mais de 2.600 comitês locais, segundo o movimento.Nove parlamentos estrangeiros em 17 dias em 2022, vídeos diários para o país, ministérios e embaixadas com canais próprios e embaixadores famosos da UNITED24.Todo o governo central, mais 46 mil mensagens ao Cofacts em três meses de 2018.Mais de 4 milhões num dia, em cerca de 4.500 locais de 150 países (organizadores, 2019).
Resultado
Lula venceu o 2.º turno com 51,79%, 4,4 milhões de votos à frente, depois de ficar 2,2 milhões atrás no 1.º.Lista Estudantil 52,54% contra 39,29% da lista de Vučić (RIK, preliminar, 8.077 de 8.392 seções), com 68,78% de comparecimento; Vučić reconheceu a derrota em 25 out. 2026.Venceu a primária democrata com 56,4% na contagem final por ordem de preferência e a eleição de 4 nov. 2025 com 50,78%, com a maior participação desde 1993.Ruto recusou-se a sancionar a lei em 26 jun. 2024 e, em 25 jul., os deputados apagaram todas as cláusulas; parte das medidas voltou por outras leis em dez. 2024.Oli renunciou em 9 set. 2025 e Sushila Karki tomou posse como primeira-ministra interina em 12 set.; nas eleições de 5 mar. 2026, o RSP ganhou 182 de 275 cadeiras.Faye venceu no 1.º turno com 54,28% (2,43 milhões de votos), dez dias depois de sair da prisão.Comparecimento de 74,38%, recorde desde 1989; entre jovens de 18 a 29, de 46% para cerca de 69–71%. O PiS ficou em primeiro, mas perdeu a maioria.66,4% de Sim (1,43 milhão de votos), com 64% de comparecimento: a 8.ª Emenda foi revogada.Primeiro lugar com 25,2% (176.612 votos) e 11 de 41 vereadores; Ada Colau virou prefeita, governando em minoria.Sanders perdeu a indicação democrata em 2016, com 46% dos delegados eleitos, e em 2020, depois da Super Terça.Obama ganhou as primárias e a eleição de 4 de novembro de 2008, com cerca de 53% dos votos e 365 votos no Colégio Eleitoral.Lei marcial anulada por 190 a 0; Yoon sofreu impeachment em 14 dez. 2024 (204 votos) e foi destituído por 8 a 0 em 4 abr. 2025; Lee Jae-myung venceu a eleição antecipada de 3 jun.De 3,16% em 2019 para 42,31% no 1.º turno presidencial (55,89% após as segundas preferências) e 61,56% e 159 de 225 cadeiras em nov. 2024; 43,26% nas locais de maio de 2025.Hasina renunciou e fugiu em 5 de agosto de 2024. Na eleição de fevereiro de 2026, o partido dos estudantes (NCP) teve 3,05% e 6 cadeiras; o BNP levou 209.Depois de mais de 500 dias, nem novas eleições nem volta ao caminho europeu; nas locais de 2025 o Sonho Georgiano teve 81,73%, com 40,93% de comparecimento.Boric venceu o segundo turno com 55,87% (4.620.890 votos), 2,8 milhões a mais que no primeiro, com 1,25 milhão de votantes a mais.Venceu a primária com 56,7% (16.898 votos contra 12.880), com 29.778 votantes, quase o dobro do que a campanha esperava.O Labour subiu 9,6 pontos, para 40%, e ganhou 30 cadeiras; os conservadores ficaram em primeiro, mas perderam a maioria. O Labour ficou a 64 cadeiras da maioria.Os ocupantes saíram em 10 abr. 2014 depois de o presidente do parlamento prometer uma lei de supervisão; o acordo de serviços parou, mas a lei nunca foi aprovada (oito versões entre 2016 e 2024).62,07% de Sim (1.201.607 votos), com 60,5% de comparecimento: primeiro país a aprovar o casamento igualitário por voto popular.Não impediu o Brexit: em dezembro de 2019, os partidos pró-Brexit ganharam a maioria das cadeiras. O ganho foi em mídia espontânea e em jornalistas usando as citações.O Labour teve 36,9%, em segundo atrás dos 44,4% do National, e formou governo com NZ First e os Verdes em 19 de outubro.66,1% no segundo turno contra Marine Le Pen (7 mai. 2017) e cerca de 351 das 577 cadeiras para a sua maioria em junho.Os discursos ajudaram a obter sanções e armas, o Starlink chegou dois dias depois do post de Fedorov e a UNITED24 mostrava cerca de 4 bilhões de dólares em out. 2026; a guerra não foi decidida.Um sistema de resposta rápida em todo o governo central; em jan. 2020 muitos ministérios respondiam em 60 minutos. O efeito sobre a crença nos boatos não foi medido.Atenção mundial e uma geração mobilizada, mas nenhum estudo liga as greves a leis específicas; em fev. 2025, 130 mil na Alemanha, segundo os organizadores.
Prova do efeito
Nenhum estudo causal: nenhum dado publicado isola o efeito do canal nos votos. Só há contagens de seguidores e de interações nas redes.Nenhum dado isola o efeito do porta a porta ou dos fiscais; os números de campo são do movimento, e o comparecimento recorde e a retirada da oposição também pesaram. Os resultados ainda são preliminares.Nenhum estudo isola o efeito das portas ou dos vídeos; os números de campo são da campanha e nunca foram auditados. Experimentos nos EUA mostram persuasão quase nula por contato em eleições gerais; numa primária e para levar gente a votar, a conta é outra.O recuo está documentado; o mecanismo, não. Ninguém consegue isolar o peso das ligações, dos vídeos, da rua ou da invasão do Parlamento na decisão de Ruto.Nenhuma prova de que a enquete decidiu: cerca de 7.700 votos anônimos e inverificáveis num servidor de mais de 150 mil membros; os próprios participantes dizem que a escolha também saiu da negociação com o Exército e do apoio de Balen Shah.Nenhum estudo publicado isola o efeito de cada camada; a organização interna do Pastef é pouco documentada e os valores arrecadados são declarações do próprio partido.Só correlação: segundo a Batory, 81% de quem viu as campanhas disse ter votado, contra 63% de quem não viu, o que mistura efeito e seleção. Experimentos de campo em outros países apoiam mensagens de norma social e de plano de voto.Nenhum dado isola o efeito do porta a porta. Na boca de urna da RTÉ, 75% disseram que sempre souberam o voto, só 7% citaram o contato com militantes e 43% as histórias na mídia.Nenhum estudo isola o efeito de cada técnica; a vitória também dependeu de Colau, do colapso do PSC e da fragmentação. A alta de comparecimento nos bairros pobres vem do relato de Subirats, não de dados oficiais consultados.Nenhum estudo isola o efeito do programa; os números de volume são da campanha. Experimentos em outros contextos mostram pouca persuasão por contato e ganho de participação com planos de voto; a aposta em novos eleitores de 2020 não se confirmou.Nenhum experimento mede o programa inteiro; um estudo observacional (Masket, Public Opinion Quarterly, 2009) encontrou ganho democrata desproporcional nos condados com escritórios de campo, suficiente para virar três estados.Não é possível isolar quanto a rua pesou nas decisões da Assembleia e do tribunal, que seguiram as próprias regras; as contagens de público vão de 208 mil a 2,3 milhões, conforme a fonte.Os números eleitorais são oficiais, mas o efeito isolado das redes, dos comícios de mulheres ou dos Kottasha Sabhas não foi medido; o colapso dos partidos tradicionais pesou tanto quanto o método.Ninguém consegue isolar o peso de cada fator: a rua, um apagão que saiu pela culatra, a posição do exército. Muitos relatos são dos próprios coordenadores e não foram verificados de forma independente.Nenhuma: o método não alcançou o objetivo até agora. As provas reunidas documentam fraude e violência, não que a persistência funcione; a contagem diária é confirmada pela imprensa até jun. 2026.Nenhum estudo isola o efeito do porta a porta e não há total verificado de portas ou voluntários. O comparecimento por idade e sexo são estimativas da DecideChile; o medo de Kast, os apoios e os debates também pesaram.Nenhum dado isola o efeito de cada peça; portas, ligações, SMS e a alta de 68% no comparecimento são números da campanha. A análise por seção eleitoral mostra onde ela ganhou, não por quê.Ninguém isolou o efeito das portas ou dos vídeos; os números de alcance são da própria Momentum. O British Election Study não encontrou alta de participação jovem, e experimentos nos EUA mostram persuasão por contato quase nula.Nenhum dado isola o efeito do movimento nas vitórias da oposição em 2014 e 2016; os 80% de casos do vTaiwan com ação do governo são contados pelos próprios criadores, sem auditoria.Nenhum dado isola o efeito da imprensa ou das histórias. Um estudo pós-referendo (UCD/Red C) concluiu que o porta a porta aumentou o comparecimento, mas não mudou votos.Nenhuma sobre votos: o impacto nunca foi medido, e os números de alcance vêm da inscrição do próprio grupo num prêmio, não de auditoria. As doações estão registradas na plataforma de crowdfunding.Nenhum estudo isola o efeito do método; doações e voluntários são números do partido. O estudo eleitoral NZES mostra que boa parte do ganho, sobretudo entre mulheres, veio dos Verdes: uma redistribuição do voto de esquerda.Nenhum estudo isola o efeito da Grande Marche; os números são do movimento e foram contestados. O efeito medido do porta a porta vem de um experimento de campo na campanha de Hollande em 2012 (Pons).Não há medição pública do efeito dos discursos nas decisões de cada parlamento, nem do impacto do CCD; o valor da UNITED24 é o contador da própria plataforma.Nenhuma sobre o efeito central: nenhum estudo publicado mede se os memes reduziram a crença nos boatos, e os números de rapidez são do próprio governo. Uma tese de 2024 achou mais boa vontade, mas não mediu precisão.Pesquisas com participantes (Protest for a future, 2019) mostram quem foi e como soube; nenhuma mede o efeito das greves em leis. Os números de rua são estimativas dos organizadores.
Custo
Quase zero em ferramentas; o custo é o tempo das pessoas.Protesto quase gratuito; campanha de cerca de 2 milhões de euros, 98% em pequenas doações.Teto de 8 milhões de dólares na primária, com fundos públicos; ferramentas baratas; o custo real foi o tempo dos voluntários.Quase zero em ferramentas; dezenas de milhões de xelins doados para cuidar dos feridos.Zero em software; um custo humano altíssimo: 76 mortos e mais de 2.600 feridos.Software quase grátis; centenas de milhões de FCFA da militância e da diáspora para campanha, advogados e detidos.Orçamentos não publicados; trabalho pro bono, mídia doada e fundos de doadores.Cerca de 1,6 milhão de euros arrecadados em dez semanas, de vaquinhas, eventos e loja.Mais de 90 mil euros em doações e mais de 200 microcréditos; software livre.Software barato; minutos, mensagens e staff de apoio são o custo real.Campanha de centenas de milhões de dólares, com cerca de 280 milhões em TV; o método de organização pede sobretudo tempo de organizadores.Ferramentas quase gratuitas; comida e calor pagos diretamente por milhares de doadores e artistas.Rs 528 milhões declarados na presidencial, menos da metade do segundo colocado.Quase zero em ferramentas; custo humano de até 1.400 mortos e mais de 11.700 detidos.Ferramentas quase grátis; centenas de milhares de lari em multas pagas por fundos, além de advogados e equipamento de proteção.Baixo: comandos autofinanciados e menos gasto em anúncios do que o adversário.Vídeo de menos de US$ 10 mil; o adversário gastou cerca de US$ 3,4 milhões.Muito baixo: formadores sem salário, ferramentas de voluntários e cerca de 2 mil libras em anúncios.Software livre e gratuito; equipamento, conexão e anúncios pagos por vaquinha.Começou com 30 mil euros em caixa; financiada por vaquinha, eventos e loja.O espaço e o equipamento, pagos por pequenas doações; o software é quase grátis.Não publicado; centenas de milhares de dólares neozelandeses em doações nos primeiros dias.Cerca de 16,8 milhões de euros na presidencial, com dezenas de milhares de doações.Núcleo de texto minúsculo e canais gratuitos; o custo real foi acesso e tempo.Quase zero em software; o custo é ter equipes dedicadas de plantão.Quase zero: ferramentas grátis e abertas, cartolina e tempo de estudantes.
Riscos
Ponto único de falha, suspensões judiciais, táticas de insinuação, opacidade.Esgotamento, núcleo duro informal, repressão e spyware, prestação de contas fraca depois de eleitos.Dependência do candidato e de uma organização pré-existente, números não auditados, rede difícil de manter, opacidade com criadores no governo.Mortes e sequestros, doxing de deputados, contas contestadas, infiltração, vitória revertida por outras leis.Incitação no servidor, voto não verificável, Exército como árbitro, fragmentação e personalização.Violência e mortes nos protestos, prisões, cortes de internet, opacidade financeira, personalização.Efeito sem prova causal, fronteira apartidária frágil, financiamento opaco, impostores e infraestrutura que trava o voto.Disciplina de mensagem que silencia parte da base, sede sobrecarregada, abuso a voluntários e a quem conta histórias.Governo de minoria, desgaste da participação, institucionalização e dependência de uma figura.Começar tarde, volume sem efeito, privacidade dos dados de amigos, tensões internas.Mito da auto-organização, desmobilização depois da vitória, cansaço e dependência de dinheiro.Tropas na primeira noite, frio extremo, reação da direita radical, números disputados e reformas adiadas.Centralismo pouco transparente, hipocrisia percebida, queda rápida de apoio, minorias insatisfeitas.Massacre, tortura e desaparecimento, apagão, represálias depois da vitória, agendas escondidas, fracasso eleitoral.Multas, prisões e maus-tratos, fundos congelados, escalada sem mandato, cansaço e emigração, sem vitória política até agora.Dependência do voto voluntário e do medo do adversário; derrota em 2022 e em 2025.Depender de um distrito favorável e de uma candidata excepcional; reação do establishment; números não auditados.Números autodeclarados, tom divisivo, dependência de um líder e de uma facção, equipe central sobrecarregada.Processos penais, decisão concentrada, boatos e infiltração em chats, deliberação sem compromisso oficial.Complacência com as pesquisas, debates com equilíbrio forçado, abuso a voluntários, vozes internas silenciadas.Detenções, processos, falar só para os convencidos, dar palco ao alvo, pretextos que enganam terceiros.Ficar em segundo, depender da pessoa da líder, ataques fiscais na reta final, programa limitado pela coalizão.Ataques hack-and-leak, membros pouco ativos, relação dura com a imprensa, ajuda não declarada.Centralização da informação, desgaste da confiança, atenção mundial que cansa e dependência de plataformas privadas.Governo como juiz da verdade, efeito pouco medido, dependência de plataformas, leis que vão longe demais.Ódio contra os rostos expostos, menores expostos, divisões sem árbitro e atenção que não vira política.

Adaptar ao seu país

Os toolkits trocam as ferramentas pelas que mais se usam no país (por exemplo, Telegram onde ele domina) e mostram as regras eleitorais e o estado da internet desse país. A escolha fica só neste navegador.